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Cientista da NASA sugere que podemos estar vivendo dentro de um game. Neste momento!

Pesquisador acredita que programadores do futuro podem ter criado mundos virtuais e que o Universo como conhecemos pode ser um deles.

Como sera o mundo daqui 150 anos ?

Confira algumas previsões para as próximas 15 décadas e saiba se você está preparado para o futuro.

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14 de janeiro de 2013

Saiba como ir para marte, todos podem se inscrever.

Empresa quer mandar pessoas a Marte antes da Nasa
Empresa quer mandar pessoas a Marte antes da Nasa

Uma organização holandesa divulgou na semana passada os pré-requisitos para o "Programa de Seleção de Astronautas" para Marte. A Mars One - que se define como uma organização sem fins lucrativos - pretende estabelecer uma colônia no planeta vermelho em 2023 e afirma que a seleção dos voluntários começa já no primeiro semestre de 2013.

Segundo a organização, não é necessário treinamento militar, experiência de voo nem mesmo uma graduação científica. Contudo, os voluntários devem ser "inteligentes, ter bom estado mental e físico e ter o desejo de dedicar oito anos para treinar e aprender antes de fazer a jornada ao seu novo lar em Marte".
"Se foram os dias em que a coragem e o número de horas em um jato supersônico eram os principais critérios (de seleção). Hoje, estamos mais preocupados com o quão bem cada astronauta trabalha e vive com os outros para a longa jornada da Terra a Marte e para uma vida de desafios", diz Norbert Kraft, ex-pesquisador da Nasa - a agência espacial americana - e diretor médico da Mars One.

Os candidatos ainda precisam ter pelo menos 18 anos, "profundo senso de propósito, desejo de construir e manter relações saudáveis, capacidade de autocrítica e habilidade de confiar nos outros. Eles precisam ser resilientes, adaptáveis, curiosos, criativos e engenhosos". A organização afirma que não procura especialistas - como médicos, pilotos ou geólogos -, mas os candidatos passarão por um treinamento de oito anos, durante os quais desenvolverão "todas as habilidades requeridas em Marte".

A Mars One afirma que oito missões robóticas visitarão o planeta vermelho entre 2016 e 2021 para preparar uma colônia para os humanos. Os candidatos passarão por seleção e os quatro escolhidos para ir a Marte serão anunciados em um programa de TV.

Para se inscrever basta clicar aqui.

4 de janeiro de 2013

NASA pretende enviar asteroide de 550 toneladas para orbitar a Lua

NASA planeja missão bem peculiar, ao querer enviar um asteróide para orbitar a lua.


Sonda vai levar asteroide até a lua (Fonte da imagem: Reprodução/Keck Institute for Space Studies)

Pesquisadores do Instituto Keck de Estudos Espaciais, na Califórnia, confirmaram recentemente que a NASA cogita seriamente uma missão para construir uma nave não tripulada para capturar e levar asteróide para orbitar a lua.Toda essa missão custaria cerca de R$ 5,3 Bilhões de reais, prevista para ser finalizada em 2020.
Pode se parecer uma ideia esquisita, mas ao fim das contas essa poderia ser uma excelente alternativa a enviar uma missão tripulada para algum asteróide próximo da Terra.Essa missão proposta pela administração do governo de Obama, colocaria astronautas no espaço por pelo menos seis meses, distantes do campo magnético da Terra, que poderia protegê-los de radiações  de todas as possibilidades de resgate em caso de problema.
Com essas novas ideias, a missão seria muito mais segura e teria enormes vantagens, porque o asteróide poderia facilmente ser alcançado por sondas robóticas ou até mesmo por humanos.

Como funcionaria a missão

Para realizar essa missão, os cientistas do Instituto Keck pretendem enviar uma sonda propelida por íons aquecidos pelo Sol e montada em um foguete Atlas V. Assim, a nave se locomoverá até um asteróide pequeno, com cerca de 7 metros de largura e, depois de estudá-lo, usará uma “rede” de 10 m x 15 m para arrastá-lo até o satélite natural da terra. O processo todo levaria de 6 a 10 anos para ser concluído.

Em algumas décadas, poderemos ver um asteróide orbitando a Lua (Fonte da imagem: Reprodução/Keck Institute for Space Studies)

Porem ainda existem muitas variáveis para serem avaliadas. Uma das propostas é de construir uma base entre a Terra e a Lua, para que cientistas possam estudar o asteróide capturado com a ajuda de tecnologias de telepresença. Também não está descartada a possibilidade de um pouso na superfície do próprio asteróide.
Esse tipo de missão poderia facilitar a execução de missões tripuladas mais longas, como chegar a um asteróide mais distante ou até mesmo ir para Marte. Além disso, ter um asteróide orbitando a Lua pode ser de interesse de empresas privadas interessadas na exploração e mineração espacial.

2 de janeiro de 2013

Pesquisa revela planetas estranhos

Nos últimos 20 anos, astrônomos de todo mundo catalogaram cerca de 850 planetas fora do nosso Sistema Solar.
A busca por mundos que orbitem outras estrelas tem levado à descoberta de alguns planetas estranhos, desde um gigante de gás quente, mais escuro que carvão, até um planeta com quatro sóis.

Abaixo, alguns dos exemplos mais estranhos.

Quatro sóis 


Em uma cena do filme da saga Star Wars, quando o personagem Luke Skywalker olha para o horizonte, vê dois sóis se pondo no planeta Tatooine.
Os astrônomos já descobriram vários sistemas parecidos com o da ficção, nos quais os planetas orbitam estrelas duplas. Mas, em 2012, uma equipe de voluntários e astrônomos profissionais encontrou um planeta iluminado por quatro astros, o primeiro desse tipo.
O mundo distante fica na constelação de Cygnus, orbita um par de astros e um segundo par gira em volta deles. Ele fica a 5.000 anos-luz da Terra e seu raio é seis vezes maior do que o do nosso planeta (do tamanho de Netuno).
E, apesar de ser puxado por quatro forças gravitacionais diferentes, o planeta PH1 consegue manter uma órbita estável.
A descoberta foi feita por voluntários que usavam o site Planet Hunters, junto com uma equipe de institutos científicos da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos. O nome PH1 veio do site.
Na época da descoberta, Chris Lintott, da Universidade de Oxford, disse à BBC que a descoberta "não era, em absoluto, algo que estávamos esperando".

Escuridão 


Em 2011, um grupo de astrônomos americanos anunciou que um exoplaneta - mundo localizado fora do nosso Sistema Solar - do tamanho de Júpiter e conhecido como TrES-2b era o mais escuro já descoberto, refletindo apenas 1% da luz que o atingia.
O TrES-2b é ainda mais escuro do que tinta acrílica preta e mais preto do que qualquer planeta ou lua do nosso Sistema Solar. Ele fica a 718 anos-luz da Terra e sua massa e raio são quase os mesmos que os do planeta Júpiter.
A distância entre o TrES-2b e sua estrela pode ser um dos fatores responsáveis por essa escuridão.
Em nosso Sistema Solar, Júpiter é coberto por nuvens brilhantes de amônia que refletem mais de um terço da luz do Sol que o alcança.
Mas o TrES-2b orbita a uma distância de apenas 4,83 milhões de quilômetros de seu astro. A energia intensa do Sol esquenta o planeta a mais de 1.000ºC, o que o torna muito quente para a formação de nuvens de amônia. A atmosfera do TrES-2b também tem elementos químicos que absorvem ao invés de refletir a luz.
Mas esses fatores não conseguem explicar totalmente a extrema falta de luz no planeta.
Um dos autores do estudo sobre o TrES-2b, David Spiegel, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, afirma que o planeta é tão quente que "emite um brilho vermelho fraco, muito parecido a uma brasa ou à espiral de um forno elétrico".

Diamante 


Um planeta próximo na constelação de Câncer pode ter uma composição peculiar. O corpo celeste, conhecido como 55 Cancri E, "provavelmente é coberto de grafite e diamante em vez de água e granito", segundo o astrônomo Nikky Madhusudhan, da Universidade de Yale.
O 55 Cancri e pertence à classe de mundos conhecida como planetas-diamante e acredita-se que seja rico no elemento carbono, que pode existir em várias formas estruturais, como grafite ou o diamante. Planetas ricos em carbono contrastam muito com a Terra, cujo interior tem, relativamente, pouco deste elemento, mas é rico em oxigênio.
Ele fica a 40 anos-luz da Terra e o raio do planeta é duas vezes o tamanho do raio da Terra.
Em 2012, Madhusudhan e seus colegas publicaram as primeiras medidas do raio do exoplaneta. Estes novos dados, combinados com as estimativas mais recentes da massa 55 Cancri E, permitiram que os cientistas deduzissem a composição química.
Para fazer isto, eles usaram modelos em computadores do interior do planeta e calcularam as possíveis combinações de elementos e compostos que poderiam ter as características observadas.
Os resultados sugerem que o 55 Cancri E é, em sua maior parte, composto de carbono (na forma de grafite e diamante), ferro, carboneto de silício e, potencialmente, silicato.
Os cientistas estimam que pelo menos um terço da massa do planeta seja de diamante, o equivalente a três vezes a massa da Terra.

Engolido 


Localizado na constelação de Auriga (também conhecida como Cocheiro), a 600 anos-luz da Terra, o planeta Wasp-12b está sendo devorado lentamente pela sua estrela, a Wasp-12.
O planeta gigante orbita tão próximo à estrela semelhante ao Sol que sua temperatura chega a 1.500ºC. Ele está sendo distorcido, chegando à forma de uma bola de rúgbi, devido à gravidade da estrela.
A grande proximidade entre o Wasp-12b e a estrela levou a atmosfera do planeta a se expandir a um raio três vezes maior que a de Júpiter. Material proveniente dela está "vazando" para a estrela.
"Vemos uma grande nuvem de materiais em volta do planeta, que está escapando e será capturado pela estrela", disse a astrônoma Carole Haswell, da Open University britânica.
Haswell e sua equipe usaram o telescópio Hubble para confirmar estimativas anteriores a respeito do planeta e divulgaram a descoberta na publicação científica The Astrophysical Journal Letters.
Os pesquisadores dizem que o planeta pode ainda existir por mais 10 milhões de anos antes de se apagar.

29 de dezembro de 2012

Cientista da NASA sugere que podemos estar vivendo dentro de um game. Neste momento!

Pesquisador acredita que programadores do futuro podem ter criado mundos virtuais e que o Universo como conhecemos pode ser um deles.



Cientista da NASA sugere que podemos estar vivendo dentro de um game. Neste momento! 
(Fonte da imagem: Thinkstock)

Rich Terrile, diretor do centro de computação evolutiva e design automatizado do centro tecnológico JPL da NASA, em uma entrevista ao site Vice, afirmou acreditar que o Universo como conhecemos hoje pode ser uma simulação criada por programadores do futuro. Será que isso não remete um pouco ao filme “Matrix”?
De acordo com Terrile, o crescente poder dos computadores pode significar que, no futuro, os humanos serão capazes de criar seus próprios universos e simulações, o que, portanto, o leva a questionar: quem garante que neste exato momento não fazemos parte de uma dessas criações?

Supercomputadores do futuro

Cientista da NASA sugere que podemos estar vivendo dentro de um game. Neste momento! 
(Fonte da imagem: Thinkstock)

Segundo o cientista, a NASA já conta com supercomputadores capazes de processar informações duas vezes mais rápido do que o cérebro humano e, se levarmos em consideração que o poder desses dispositivos duplica a cada dois anos — de acordo com a Lei de Moore —, dentro de uma década essas máquinas poderão processar o equivalente a 80 anos de pensamentos produzidos por uma única pessoa em um prazo de apenas um mês.
Assim, conforme acredita Terrile, quando dentro de 30 anos for lançado um novo PlayStation, por exemplo, o console provavelmente terá a capacidade de processar 10 mil vidas em tempo real e simultaneamente. Considerando que certamente existirão mais de 100 milhões de unidades desses dispositivos no mundo, isso significaria que existirão mais pessoas vivendo nos consoles do que existem hoje no mundo.

Mundo real x simulações

Cientista da NASA sugere que podemos estar vivendo dentro de um game. Neste momento! 
(Fonte da imagem: Thinkstock)

Terrile usa como exemplo os universos super-realistas criados para alguns jogos, que simulam um mundo natural e permitem que os jogadores o explorem em detalhe. O cientista calculou qual seria o tamanho de um universo desses, chegando à conclusão de que eles podem ser incrivelmente gigantes, embora sejam abreviados pelos próprios gamers, conforme vão sendo explorados durante a jogatina.
O cientista sugere que os universos dos games e o nosso Universo se comportam da mesma forma. Conforme explicou, para a mecânica quântica, até que uma partícula seja observada, ela não apresenta um estado definido. E, embora ainda não exista uma explicação para esse fenômeno, Terrile afirma que uma possibilidade seria que estamos vivendo dentro de uma simulação, vendo o que precisamos ver conforme “desbloqueamos fases”.
Você pode conferir a — maluca — entrevista (em inglês) que Rich Terrile deu ao pessoal do site Vice na íntegra através deste link.

Fontes: Vice e KOTAKU

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